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Nossa que poema confusso, enfadonho e prolixo -hehe- eu era emo e nem sabia. Não me orgulho disso. Plástica gráfica eu criei agora. Acho que ficou melhor.
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Nossa que poema confusso, enfadonho e prolixo -hehe- eu era emo e nem sabia. Não me orgulho disso. Plástica gráfica eu criei agora. Acho que ficou melhor.
Olhos, olhares, reflexo
que anseia sabedoria
mas desprovido estás de educação
Que coisa né, só, o pessoar
daqui do interioR do Goiás
não tira carne entre os dentes
Farta, farta muito.
Quando vai melhorar meu Deus,
Quando?
Autor Desconhecido (2002)
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Crianças revoltadas do primeiro ano. Encontrei esse em meio a mudança, poema forçado e sem finalidade, mas que mesmo assim fez parte de mim. Na época, eu assinava como autor desconhecido – hehe – inocência é uma dádiva de Deus, mesmo.
Adoro ver o circo pegar fogo
Labaredas altas
E baixas
De um vermelho intenso
O som bate-estaca estralado
O reflexo das chamas nos olhos alheios… é fabuloso
Agitação sem fim
Muitos saindo, muitos entrando.
Muitas.
Adoro ver o circo pegar fogo
Mesmo quando estou dentro, sentado na arquibancada
Eu sinto um prazer descontrolado com o calor do momento.
Pode ser perigoso
Mas a tensão à espera do clímax
De ver o mastro central cair em chamas
A lona abraçar o palco com um carmim maravilha
Sentir o som das cordas se rompendo
Me ascende, me excita
Pessoas se unindo por uma causa maior:
Ver o circo pegando fogo.
Algumas queimaduras é o preço pago por esse espetáculo.
Mas adoro muito tudo isso.
Edvaldo de Goiás P. Pontes
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Dedico ao Sérgio Paulo e a Mailys Audrey minhas musas inspiradoras ( =P )e a Valéria Correia minha conselheira .
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